Os pescadores e pescadoras do Amazonas, um dos estados com maior número desses profissionais no país, foram os mais prejudicados com a suspensão do seguro-defeso por conta do novo recadastramento da categoria. A informação é do deputado federal Átila Lins (PSD-AM), com base em informações da Federação de Pesca do Amazonas (Fepesca-AM).
Da tribuna da Câmara dos Deputados, o parlamentar denunciou que, de mais de 100 mil pescadores do estado, apenas 481 pescadoes receberam o seguro-defeso, que começou a ser ativado no último dia 15 de fevereiro. “Quase 100 mil (pescadores) esprrando ser regularizado através do requerimento”, acrescentou.
O decano da casa legislativa disse que tem em mãos o mapa dos estados com a real situação dos pescadores do país, afetados com a suspensão do benefício, e afirma que o Amazonas foi um dos mais prejudicados e sacrificados. “Precisamos reinstalar o clima de qualidade entre os pescadores do Amazonas”, disse Átila.
Novo prazo
O deputado trouxe a informação de que o Ministério do Trabalho, por meio do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhado (Codefat), editou uma resolução ampliando para 30 de junho o prazo para que os pescadores possam fazer o seu requerimento, que permite a regularização do pescador para que possa receber o seguro.
A medida é fruto de intervenções do parlamentar junto ao Ministério do Trabalho e também do da Pesca, em parceria com a Fepesca do Amazonas.
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