Arthur Virgílio visita Casa Angola e relembra amizade com Mestre Pastinha

Durante o encontro, o ex-senador reafirmou seu compromisso com a valorização da cultura afro-brasileira e da memória histórica

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O ex-senador Arthur Virgílio Neto (MDB) visitou a Casa Angola, espaço cultural que integra o Instituto Afluente, em Manaus, localizado no bairro Cachoeirinha, zona Centro-Sul da capital, reafirmando seu compromisso com a valorização da cultura afro-brasileira, da ancestralidade e da preservação da memória histórica.

Durante a visita, Arthur conheceu de perto as ações desenvolvidas pela Fundação Nacional de Capoeira Angola (FICA), instituição dedicada à promoção e ao fortalecimento da Capoeira Angola como patrimônio cultural e instrumento de transformação social.

Um dos destaques apresentados foi o projeto “Merenda com Angola”, iniciativa que une Capoeira Angola, memória e resistência quilombola. Inspirado na prática coletiva da merenda compartilhada, o projeto promove encontros e diálogos sobre ancestralidade, identidade e cultura afro-brasileira, fortalecendo vínculos comunitários, o sentimento de pertencimento e a valorização das tradições herdadas dos povos africanos.

Arthur Neto com membros da Casa Angola (Foto: Divulgação)

A visita também proporcionou um momento de homenagem ao legado de Mestre Pastinha, referência histórica da Capoeira Angola e um dos maiores responsáveis pela preservação e difusão dessa manifestação cultural no Brasil. Conforme destacado no espaço, Mestre Pastinha eternizou a Capoeira Angola como símbolo de resistência, ancestralidade e sabedoria africana, ensinando que ela vai muito além da luta, sendo expressão de cultura, respeito, filosofia e liberdade do povo negro.

Arthur Virgílio relembrou sua amizade com Mestre Pastinha, que conheceu na Bahia ainda muito jovem, e destacou a importância de manter viva a memória de personalidades que contribuíram para a valorização da identidade cultural brasileira.

“Conheci Mestre Vicente Ferreira, o Pastinha, que se tornou um amigo querido. Foi um presente da Bahia de todos os santos que a vida me proporcionou. Capoeira Angola, Bahia, herança da África, sabedoria popular, que coisa linda que nosso povo sabe criar”, relatou, durante uma apresentação em que surgiu uma foto dele com Mestre Pastinha.

Para Arthur, iniciativas como a Casa Angola e a Fundação Nacional de Capoeira Angola cumprem um papel fundamental na preservação da história, no fortalecimento das comunidades e na transmissão de valores culturais às novas gerações.

A visita reforçou a relevância de espaços dedicados à cultura afro-brasileira, que mantêm vivas as raízes da resistência, da ancestralidade e da construção da identidade nacional.

*Com informações da assessoria de imprensa

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