Eduardo Bolsonaro no banco dos réus

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Ação Penal

Ex-deputado federal cassado, Eduardo Bolsonaro (PL-SP) começará a ser julgado nesta terça-feira (16), na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), acusado pelo crime de coação no curso do processo. na ação penal que condenou o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele também é apontado por encabeçar uma campanha, direto dos Estados Unidos, contra autoridades brasileiras e atuar em favor de sanções e tarifas econômicas que estão prejudicando o Brasil.

Penalidade

A Procuradoria-Geral da República (PGR), na figura de Paulo Gonet, pede a sua condenação. Tudo indica que o pleito será acatado, uma vez que o relator é o ministro Alexandre de Moraes, um dos principais alvos da fúria bolsonarista e, que, inclusive, chegou a ser sancionado pela temida lei americana, a Magnitsky.

Nem aí

Ao que parece, Eduardo Bolsonaro fez pouco caso da ação penal em que é réu que, sequer, constituiu advogado de defesa, papel que caberá à Defensoria Pública da União (DPU). O órgão, inclusive, tentou adiar o julgamento, que foi negado por Moraes. A DPU pede a absolvição do ex-deputado, argumentando que não foi apresentada uma ligação entre as ações dele e as medidas tomadas pelo governo norte-americano.

Contraataque

Coordenador da pré-campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), o senador Rogério Marinho (PL-RN), acionou o Tribunal de Contas da União (TCU) para investigar o governo federal por suposta pedalada fiscal na gestão do Benefício de Prestação Continuada (BPC). O parlamentar garante que houve postergação de despesas obrigatórias no auxílio e pede auditoria sobre os atos do INSS, do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) e da Dataprev.

O que falta?

Esse é o questionamento do senador Paulo Paim (PT-RS) pela demora do Senado em colocar em pauta e avançar na votação da PEC 6×1, que reduz a jornada de trabalho no país. A proposta foi aprovada em maio na Câmara dos Deputados com a boa vontade política do presidente, o deputado federeal Hugo Motta (Republicanos-PB). Inclusive, a Câmara já está avançado em segunda pauta referente ao tema: o projeto de lei do Palácio do Planalto, que versa sobre a redução da carga horária de trabalho no país. E o Senado, nada!

Investimento

Às vésperas do início do período seco no Brasil, onde as queimadas e incêndios florestais – naturais ou criminosos – se tornam mais frequentes em diversas partes do país, principalmente na Amazônia Legal, o governo federal editou uma Medida Provisória abrindo crédito extraordinário de R$ 337,5 milhões em favor do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima para fortalecer ações de combate a esses sinistros e fiscalização ambiental.

Prevenção

Desse montante, R$ 194,4 milhões serão destinados ao Ibama e a outra parte, R$ 143,1 milhões, será enviada ao ICMBio. Ambos os órgãos atuarão em ações de fiscalização ambiental e prevenção e combate a incêndios florestais e também à capacitação e estruturação das equipes, incluindo contratação de profissionais, aquisição de equipamentos, sistemas de monitoramento e suporte logístico.

Segunda Guerra

O Brasil pode não ter participado diretamente da Segunda Guerra Mundial, mas seus ecos repercutiram no país, precisamente em Belém do Pará. É o que aborda o livro “Espionagem, o inimigo à espreita. A Segunda Guerra Mundial e a quinta-coluna no Pará”, do professor doutor Tunai Rehm Costa de Almeida, que será lançado amanhã (17), na capital paraense. A obra é fruto de uma pesquisa de mestrado feita pelo profissional, na Universidade Federal do Pará, que depois foi aprofundada com mais dados históricos.

Valéria Costa
Valéria Costa
Jornalista, com 25 anos de profissão. Já atuou em veículos de comunicação em Manaus (AM) e Brasília (DF), na cobertura dos principais assuntos nas diversas editorias do jornalismo, com ênfase em política e opinião.

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